BEL BORBA

     Nascido em 1957 em Salvador, possui um ateliê nesta mesma cidade. Cursou a Escola de Belas Artes da UFBA. Tem se dedicado à pintura, escultura (utilizando aço, madeira, pedra e fibra de vidro) e claro, seus famosos mosaicos.


 


 






 


MÁRIO CRAVO


     Foi desenhista, pintor, gravador e escultor baiano. Faz parte da primeira geração de artistas plásticos modernistas da Bahia. Em 70 anos de atividade como artista plástico, ele reúne inúmeras exposições individuais e coletivas, prêmios, esculturas em espaços abertos em muitos pontos do Brasil, sobretudo em Salvador, além de obras adquiridas por museus internacionais. 

 






 


CARLOS BASTOS

     Carlos Bastos foi um grande pintor, ilustrador, cenógrafo baiano. Falecido em 2004, deixou um grande legado
Participou, ao lado de Mario Cravo Júnior Mario Cravo Júnior e de Genaro de Carvalho, da 1ª Mostra de Arte Moderna da Bahia. Muda-se para o Rio de Janeiro, em 1946, e conclui os estudos na Escola Nacional de Belas Artes – Enba.
Chegou a fazer cursos particulares com Cândido Portinari e aulas de cenografia com Martim Gonçalves. 

 






 

ROGÉRIO DUARTE

     Intelectual multimédia baiano, é artista gráfico, músico, compositor, poeta, tradutor e professor. Nos anos 60 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como diretor de arte da UNE e da Editora Vozes. Foi o autor de vários cartazes para filmes de seu amigo Glauber Rocha.
     Também criou, para este último, a trilha sonora.
Entre os vários artistas com os quais colaborou, contam-se Gilberto Gil, Caetano Veloso, João Gilberto, Jorge Ben e Gal Costa.
     Considerado um dos mentores intelectuais do movimento tropicalista, Rogério foi também um dos primeiros a ser preso e a denunciar publicamente a tortura no regime militar. Preso juntamente com seu irmão Ronaldo Duarte, o caso mobilizou artistas e mereceu ampla divulgação no jornal carioca Correio da Manhã, que publicou uma carta coletiva pedindo a libertação dos "Irmãos Duarte". 







 

ZUARTE Jr

Cenógrafo e coreógrafo reconhecido, ganhador de vários prêmios, incluindo o BRASKEM, Zuarte tem seu nome cultuado no cenário baiano e nacional.



Figurino da peça A mui lamentável comédia e crudelíssima morte de Píramo e Tisbe



Sonhos de uma noite de verão - indumentária dos artesãos, que tem base na cultura popular nordestina como o reisado, o maracatu e a zabiapunga






 

GLAUBER ROCHA

     Foi um grande cineasta brasileiro e também ator e escritor.
Alfabetizado pela mãe estudou no Colégio do Padre Palmeira - instituição transplantada pelo padre Luís Soares Palmeira de Caetité (então o principal núcleo cultural do interior do Estado).
     Em 1947 mudou-se com a família para Salvador, onde seguiu os estudos no Colégio Dois de Julho, dirigido pela Missão Presbiteriana, ainda hoje uma das principais escolas da cidade.
     Ali, escrevendo e atuando numa peça, seu talento e vocação foram revelados para as artes performativas. Participou em programas de rádio, grupos de teatro e cinema amadores.
     Glauber acabou tornando-se um dos maiores cineastas que o Brasil já conheceu.
     Seus principais trabalhos são Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), Terra em Transe (1967) e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969) 

 






 


GENARO DE CARVALHO

     Genaro Antonio Dantas de Carvalho nasceu em Salvador, Bahia, a 10 de novembro de 1926.
     Em 1944, com 17 anos, participou do 1° Salão de Arte Americana, na Associação Cultural Brasil - Estados Unidos, situada na época à Rua de São Raimundo. Essa foi a primeira exposição dos integrantes da 1a. geração de modernos da Bahia, a tríade pioneira composta por Genaro de Carvalho, Carlos Bastos e Mário Cravo Jr.
     Esses jovens artistas estrearam expondo junto a uma grande maioria de pintores acadêmicos. A reação à inovação viria pouco depois, quando começariam a ousar, atingindo em especial a Carlos Bastos nas exposições de 1947 e 1949, quando “vários de seus trabalhos foram rasgados pelo público, numa reação determinada por uma tradição de quatro séculos de arte acadêmica, e pela ignorância dos novos padrões e valores da arte”.
     Genaro acabou descobrindo a tapeçaria na Europa e consagrou-se como um maravilhoso “Mestre Tapeceiro” 







 


SONIA RANGEL

     Grande artista plástica baiana, é  professora da Escola de Belas Artes e da Escola de Teatro da UFBA desde 1980. Mestre em Artes Visuais em 1995, também pela UFBA. Interagindo com a poesia, as artes cênicas e as artes plásticas, a investigação atual se desdobra em projetos artísticos decorrentes da tese de doutoramento, concluída e aprovada com distinção em 2002, no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, Escola de Dança e Escola de Teatro da UFBA. A partir do estudo sobre Imagem, Imaginário e Processos de Criação a artista produz como resultado concepções para várias formas e formatos, que podem funcionar como obras independentes ou interagir num mesmo fluxo como Espetáculo-Exposição, trajeto entre poemas, visualidade e teatralidade. 


Corpo Cavalo


Porque não nos fizeram os deuses nascer
como os cavalos, fortes e pulando, já em pé?
Por que esta pele tão frágil?
Por que este corpo tão mole que precisa
aprender longamente a maleabilidade de cada
vértebra até se por de pé?

Guarda na pele
Da memória indelével
Essa primeira roupa
Tecida de vitórias e fracassos
De ser um animal
À beira do naufrágio

No mar dos seus temores
É quando sonha como no sonho
Ser um grande cavalo e nada mais


 


A Rua


Um dia tudo ficou velho
De uma vez
Outro dia
A carroça de lixo levou tudo
Levando de uma vez
Mai outro dia
E levaram também a carroça de lixo
O cavalo ainda ficou
Por algum tempo pastando
Pastava que dava gosto
Mas já sem pernas
Até que outro dia
A rua ficou vazia
Mas tão completamente vazia
Que acabaram levando a rua
 






 


J. CUNHA

     Quem for às ruas durante os animadíssimos dias de carnaval em Salvador, certamente vai se deparar com a arte do baiano J. Cunha. É ele quem desenha, há mais de duas décadas, as estampas dos exuberantes tecidos usados por homens, mulheres e crianças do bloco afro Ilê Aiyê, um dos mais importantes no resgate da tradição afro- brasileira. Seus trabalhos são reconhecidos mundialmente, como a obra ao lado, que encontra-se numa coleção particular na Jamaica
 

 






 


AYRSON HERÁCLITO

     Artista plástico e fotógrafo baiano. Já expôs no MAM e no ICBA, algumas vezes.   


 

 

 








 



GRUPO 05:

Eliete

Joany

Manuela

Samira


By ThYkA 


 
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